Por volta de 1980, após terem evidências científicas sobre as transformações do clima global, causados pelas atividades antrópicas, os poderes públicos mundiais acordadaram para as questões das mudanças climáticas do Planeta. Com isso a Assembléia Geral das Nações Unidas estabeleceu o Comitê Intergovernamental de Negociação para a Convenção-Quadro sobre a Mudança do clima, sendo o primeiro instrumento internacional a falar sobre essas alterações, segundo Sister (2007). Essa Convenção-Quadro tem o dever de alcançar o equilibrio das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera, impedindo a trágica interferência humana na organização climática. Foram realizados vários encontros, inclusive no Rio de Janeiro em 1992, mas foi no Japão, na cidade de Quioto (ou Kyoto), num encontro também nomeado de Coferência das Partes (COPs) que assinara a Convenção-Quadro, que se chegou a uma decisão em relação aos fundamentos e mecanismos para se realizar a redução dos Gases do Efeito Estufa (GEE's), os quais foram registrados em um documento que ficou conhecido como Protocolo de Quioto. Esse documento estabelece etapas e metas para a redução dos GEE's e uma modelo de desenvolvimento limpo para os países emergentes, determinando que os 30 paises mais desenvolvidos diminuam em 5% as emissões, se baseando no ano de 1990, num perído entre 2008 e 2012.