Os Créditos de Carbono são Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) dos quais tratam o Protocolo de Quito, procurando por meio das Reduções Certificadas de Emissões, resoluções alternativas para a questão do Aquecimento Global. Segundo esse documento são considerados GEE's, o metano (CH4), o óxido nitroso, o hezafluoreto de enxofre (SF6), as famílias dos perfluocarbonos (PFCs) e dos hidrofluorcarbonos (HFCs), além do dióxido de carbono ou gás carbônico, que por ser lançado em maior proporção, é o que mais atinge a camada de ozônio, motivo pelo qual as negociações vindas de projetos de redução dos gases causadores do Aquecimento Global são chamadas de "Mercado de Carbono". Através desse comércio as pessoas que conseguirem provar que as atividades reduziram os gases provocadores do Efeito Estufa, receberão um certificado que poderá ser vendido aos paises ou empresas que não alcançam seus objetivos de redução, estabelecidos no Protocolo de Quito, visando o cumprimento das normas da Convenção-Quadro. A venda desse Créditos que iniciou por meio de leilões e atualmente é feita nas Bolsas de Valores, ficou conhecida como Mercado de Carbono. Um Crédito de Carbono corresponde a redução de uma tonelada (um mil quilogramas) de carbono. O preço do crédito podevariar de acordo com o mercado (seguindo a lei da oferta e da procura), mas geralmente é baseado nos gastos que se tem para adquirí-los, e analisando posteriormente as possibilidades de se obter lucros. Atualmente está em torno de R$ 52/crédito.